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segunda-feira, 9 de abril de 2018

abril 09, 2018

The Nightmare (2015)


The Nightmare é um documentário da Netflix que explora a assustadora paralisia do sono (temos um post sobre o assunto aqui). No filme é relatado por oito pessoas suas piores experiências com a paralisia, os relatos vão desde as mais simples até os que literalmente SAÍRAM NA PORRADA com os "shadow people". O documentário foi lançado em 2015 mas só agora depois de 3 anos tive a coragem de ver, foi um medo bobo, já que o filme apenas relata episódios da paralisia. Claro que alguns são de dar aquela agonia e que durante o filme você já começa a pensar: Como vou dormir depois disso? Ainda mais por ser algo real que pode acontecer com qualquer um e em qualquer noite, seja lá qual for o motivo.

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Falando em motivos, foi isso que faltou ao documentário, as causas desse fenômeno, que para mim vão de estresse diário até a posição que a pessoa dorme. Por exemplo, o peso que é sentido no peito durante a paralisia, você o sente por estar dormindo de barriga para cima, certo? E é isso que acontece na maioria das histórias contadas, nas simulações estão todos dormindo na posição supina e ninguém fala sobre isso. Cada entrevistado teve sua particularidade envolvida nas situações, uma das mulheres apanhava na adolescência, outra perdeu a mãe (um de seus relatos é sobre isso) outros são simplesmente casos de pessoas normais que passaram pelo problema.


A falta de análises por especialistas deixa um vazio no documentário deixando transparecer que o filme é apenas sobre relatos, quando alguns dizem que parece ser um fenômeno espiritual se sente a falta de alguém espiritualizado para falar do ponto de vista religioso, momentos como esses poderiam ser inseridos em histórias muito parecidas uma com as outras, tornando o doc. repetitivo e com uma aparência de que aquelas cenas são apenas pra dar uma "engordada" para deixar o filme mais longo.
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Um destaque (que foi criticado por algumas pessoas que assistiram) foram as simulações dos relatos, os "homens das sombras" muito bem representados principalmente com a ajuda da iluminação feita nos cômodos da casa, as entrevistas com a câmera se movimentando com foco no entrevistado. Outras cenas como o brainstorm foi muito bem feita.

Sou suspeito pra dizer se o filme é bom ou não, pois é um problema que eu sempre convivi e tenho grande curiosidade do que é e do que pode ser. Mas como nem tudo são flores, a falta de aprofundamento no assunto tornou o documentário um pouco repetitivo, alguns relatos se parecem e não fariam diferença se não existissem, como disse anteriormente, faria muito mais sentido se ao invés dessas cenas algum especialista seja de sono, psicológico ou até um pastor tivesse voz para dar a sua interpretação. E a nota segue abaixo com os LÉO JAIMES
                            
                                                                3/5 Léo Jaimes

terça-feira, 14 de novembro de 2017

novembro 14, 2017

Fobia social ou frescura


Ônibus cheio, locais em inauguração, salas de aula, locais onde se deve cumprimentar todo mundo. Todos esses exemplos e muitos outros são um terror pra mim. Na minha cabeça, a qualquer momento eu posso ser humilhado, fazer alguma bobagem, ser julgado por outras pessoas (isso todo mundo é), eu realmente não sei o que sinto quando preciso passar por algum lugar cheio, tento contornar a situação na minha própria cabeça pensando que ninguém ali me conhece, e, talvez, será a única vez que irão ver meu rosto em toda a sua vida, mas mesmo assim eu consigo ser sabotado pelo meu próprio cérebro e fico nervoso nessas horas. E aqui irei listar os principais problemas que enfrento no meu dia-dia desgraçado.
 
A maioria dos ônibus de Salvador passaram a ter a entrada pela dianteira, ou seja, quando você entra, dá de cara com quase 40 pessoas te olhando, analisando o jeito que você tá vestido, sua expressão facial, tudo. Um dos métodos para evitar isso é pegando ônibus com a entrada por trás mesmo, já deixei de pegar muito transporte por esse motivo. Outro problema no ônibus é quando ele está cheio, só pego se for em caso extremo de urgência, ao contrário disso, espero por um longo tempo até um ônibus mais vazio passar. Uns meses atrás precisei perguntar ao cobrador qual era o trajeto do busão, eu demorei uns 10 minutos tentando adivinhar até não saber mais porra nenhuma e infelizmente perguntar, e o coração quase saindo pela boca.

Eu apresentando um trabalho 
No colégio meu pior momento era ao apresentar um trabalho, eu literalmente tremia na base e quase gaguejava, conseguia falar tudo o que tinha pra falar porque focava em apenas falar, mas por dentro eu estava ficando maluco. Não conseguia ouvir risadinhas atrás de mim que já assimilava que era sobre mim que estavam falando ou fazendo piadinhas, ficava totalmente desconfortável mesmo sendo risadas de amigos próximos.

Eu sou tão fudido com essas coisas que até em festas de família sinto uma vontade de sair correndo dali, tenho vergonha de comer na casa de meus próprios parentes, e quando me empurram pra ir fazer meu prato, dou a desculpa de que "jájá eu como" mesmo com a barriga explodindo de fome. Chegar em festas tanto de familiares quanto de amigos quando já está todo mundo sentado e vou precisar cumprimentar de um em um, até mesmo os desconhecidos.

AAAAAAAAARGHHH
Nos últimos meses um supermercado abriu aqui perto e estava cheio de promoções, aquela merda tava LOTADA, sabe aquelas promoções da Guanabara? Tava naquele estilo, e o mercado ainda era claustrofóbico. Um local apertado e cheio de gente talvez até fedidas  não era o que eu precisava naquele momento, preferi pagar mais caro em outro mercado do que ter que enfrentar filas e disputas por mercadorias (do jeito que brasileiro é burro e mal-educado).


Pode ser timidez ou só falta de vergonha na cara, mas é real o que eu sinto em situações com muitas pessoas, por isso assemelho com a Fobia Social (ou ansiedade social), já que muitas características dessa fobia se parecem com o que eu passo, fico alarmado, nervoso, com medo sempre que preciso interagir com alguém ou apenas estar em um lugar com muitas pessoas, me sentindo exposto a qualquer tipo de julgamento sobre qualquer coisa que tenha de estranho em mim, não lembro de nada que provavelmente tenha dado inicio ao meu problema, nenhum trauma de infância, nada mesmo.
Talvez um dia eu vá em algum psicólogo/psiquiatra ou qualquer profissional que possa analisar esse problema na minha cabeça (que com certeza possui outros), meu medo é ter que tomar ansiolíticos e anti-depressivos, e mesmo se for receitado eu não irei usar, pra mim essas porras acabam mais do que ajudam, entupindo a pessoa de efeitos colaterais. 

quarta-feira, 26 de julho de 2017

julho 26, 2017

Hoje eu sonhei com o fim do mundo (mais uma vez)


Parece até título de música ou poema indie fresca mas foi o que aconteceu comigo hoje, mais um sonho pra minha coleção na seção sobre o fim do mundo, mas ele foi meio diferente das outras vezes e como eu lembro dos sonhos anteriores criei uma teoria de que esses 3 sonhos são um só apesar de ter alguns furos (como toda teoria de merda) que eu não vou procurar nenhuma solução ou explicação até porque NÃO TEM NENHUMA EXPLICAÇÃO O RODRIGO HILBERT NA MINHA CASA.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

junho 08, 2017

Paralisia do sono e outros distúrbios noturnos


Desde os 7 anos eu tenho paralisia do sono com uma certa frequência, foram tantas vezes que eu já me acostumei e consigo controlar a hora em que acordar, mas mesmo assim, o medo as vezes vem com tudo. Quando falo em distúrbios noturnos não tô falando de polução noturna sonambulismo, acordar fazendo algo, mas sim de pesadelos e algumas formas bruscas de despertar que vem me incomodando na maioria das noites, principalmente por traumas recentes como discussões familiares e alguns pepino que já resolvi mas foi num processo mó estressante pra soluciona-los.