Inaugurando a categoria CRITIKA FILMAL aqui no blog, vou fazer um resumo rápido e o que entendi, e o primeiro filme é um desses cult que todo mundo gosta só por não fazer sentido (ou talvez faça) e como falei no Por favor, parem os fãs de cinema cult inventam vários significados pra algo sem sentido, e eu, sendo aquilo que odeio, VOU DIZER O QUE ENTENDI DESSA PORRA MESMO
Um dos raros filmes noruegueses (esse é metade islandês também) que tem uma notabilidade por aí, e é sempre interessante ver filmes de lugares que não sejam do centro cinematográfico (Hollywood). O filme começa com o protagonista numa estação de metrô onde ele fica com uma cara de "Que porra é essa?" enquanto um casal dá um puta beijo de linguá totalmente mecanizado, até que ele se joga nos trilhos e... Morre? A tela fica toda branca e ele já aparece no meio do nada, desembarcando de um ônibus antigo com um visual totalmente diferente, com barba, terno e boné até ser recebido por uma especie de chofer que o leva para uma cidade com o ambiente bem acinzentado e todos estão vestidos como se fossem executivos, exceto pelo cominho onde vê dois rapazes felizes jogando NÃO SEI QUE PORRA, o "chofer" logo lhe apresenta uma casa e o avisa que o trabalho dele começa amanhã, na contabilidade de um contratante.
Com seu trabalho sem problemas, em um horário de almoço, o rapaz vê um homem pendurado em uma cerca com os ferros o atravessando e fica espantado pela lucidez das pessoas que pouco se importam, diferente dos supostos policiais que andam em um simpático Key-Car sem identificação alguma e meio que mantém a ordem na cidade, os "policiais" tentam tirar o rapaz da cerca com cuidado e as TRIPA começam a cair do cidadão. A partir daí Andreas (o protagonista) começa a se questionar sobre o que é aquilo tudo, e seu primeiro "ataque" (queria chamar também de reality check, como nos Sonhos Lúcidos) é quando ele põe o dedo na máquina de cortar papel (NÃO SEI O NOME DESSA PORRA) começa a perder muito sangue, e as pessoas que trabalham com ele mal se preocupam com a sua situação, mas sim por ele estar sentado no chão no horário de trabalho.Ele acorda no Key-car, que está o levando para casa, e quando tira a atadura vê que o seu dedo está no mesmo lugar, com somente uma marquinha de sutura, com toda essa desconfiança o protagonista vai ao mesmo local que ele chegou, segue o ônibus mas ele desaparece, e até mesmo a marca de pneu na areia tem um fim. Ele tenta passar a viver sua vida normalmente, vai em jantares com amigos de trabalho, arrumou namorada, foi morar com ela e foi assim, vivendo normalmente. A vida "normal" do Andreas, não durou muito, ele se apaixonou por uma nova garota do trabalho e deixou a sua atual, que só se preocupou em ele poder ir pra o jantar no sábado que ela organizou. Após tudo isso, ele tomou uma decisão de ficar somente com a sua nova namorada, mas ela tem envolvimento com outros caras e disse que gostava dele da mesma forma que gostava dos outros.
Andreas simplesmente invade o local e tenta saber o que é que tem por lá, e quando percebe, há uma fresta na parede onde sai essa musica e o Hugo tampa ela com uma flanela e um quadro por cima. Após descobrir, Andreas promete que não vai contar para ninguém e que já tinha visto o que tinha que ver. Mas na cena seguinte, mostra-se que ele está apto a abrir aquela fenda com todos os recursos possíveis, deixando Hugo apreensivo e com medo de ser pego mas logo depois ele cede e ajuda, para depois tomarem um café no buraco, e lá, felizmente, havia gosto e cheiro, deixando Andreas mais apreensivo para ver o que tem na luzinha que entra pela mesma fenda, ele começa a escavar igual um louco e ouve vozes de crianças brincando mas o máximo que ele consegue passar é a sua mão e o local é uma cozinha em que ele só consegue pegar um muffin e depois é puxado pelos "POLICIAS DE KEY CAR" que coloca ele e Hugo dentro do carro e partem para um local que mais se parece a "central" da cidade e todos saem estranhando querendo saber o que aconteceu.
Hugo se livra rapidamente ao dizer que a ideia não era dele (o famoso CAGÃO) e mandam ele embora, já Andreas, fica dentro do carro enquanto uma mulher tenta convencer a ele que todos ali são felizes, ele precisa ser feliz lá, mas Andreas se mantém imóvel, até quando o mesmo chofer que o trouxe a cidade o leva de volta ao mesmo posto e o põe no mesmo ônibus, que parte para o mesmo lugar de onde ele chega só que dessa vez, ele é colocado no compartimento do motor, e durante a viagem adormece, mas quando acorda só se ouve sons de ventania e está um frio infernal (controverso mas ok), ele acorda e não sabe onde está e com desconfiança sai do compartimento do motor e adentra naquele mundo que ninguém sabe o que é nem onde é, apenas se vê neve.
![]() |
| SE PREPARA PARA O MOMENTO MACONHA ESTRAGADA |
Eu realmente gostei do filme, apesar de que não gosto de filme que deixe "em aberto" o final pra o telespectador pensar o que aconteceu, o que estava acontecendo, e etc. Mas esse me deu a vontade de pensar, talvez por ter gostado de algumas coisas do filme mesmo sendo talvez uma crítica social foda ao suícidio ou o que a vida realmente está se tornando a cada ano que passa cada vez mecanizada e talslssll, e agora vamos a avaliação que é pode atingir o seu nível máximo de 5 LEO JAIME'S:
(Melhor que estrelinhas)



Nenhum comentário:
Postar um comentário